Não vamos aqui opinar, neste momento, a cerca dos nomes que batizam as casas espíritas em São Bernardo do Campo. O debate é amplo e será oportunamente desenvolvido.
De imediato, uma questão é prioridade: o que está escrito na placa do centro que você frequenta? De forma mais direta: tem a palavra espírita no letreiro? Se sim, o assunto ganha seriedade extra.
Toda instituição que se diz espírita assume um compromisso doutrinário. Entende-se que ali, naquele local, zela-se pelos princípios adotados e organizados por Allan Kardec, estuda-se o Espiritismo de forma disciplinada, tendo como base as obras da codificação e estimula-se a caridade.
O ambiente é adequado para o estudo, as palestras têm fundamentação cristã, os tarefeiros respeitam a ordem e exercitam a ética.
Qualquer desvio doutrinário, comportamental ou moral, age contra o objetivo da instituição. Se a casa não tem condições de respeitar o que colocou na placa fixada na entrada, o ideal é que mude urgentemente a nomenclatura.
Vários são os centros que não apresentam compromisso com a Doutrina Espírita e mais parecem clubes de convivência. Espaços que agrupam pessoas de boas intenções, mais preocupadas em colocar a conversa em dia do que usar o tempo e o espaço para seu progresso moral à luz do Espiritismo.
Ainda há tempo de alterar a placa ou honrá-la.

Nenhum comentário:
Postar um comentário